Reconheço que todo profissional consciente precisa permanentemente estar se qualificando e se atualizando para acompanhar os desafios do mundo atual. Um destes desafios é relacionado ao domínio das novas tecnologias de informática.
Sou dos que consideram o computador um invento excepcional, apesar das dificuldades de acessar e manejar seus infinitos recursos disponíveis. Minha geração tem dificuldade e inclusive fobia de utilizá-lo, acreditando que é de difícil manuseio e tenha facilidade para estragar.
Neste clima então é que venho empreendendo meu bê-á-bá digital. Acredito que já aprendi bastante, mas ainda tenho muito para aprender. Esta seria a definição mais fidedigna da minha atual situação!
Atualmente utilizo naturalmente meu E-mail: abro, respondo e envio as mensagens. Esse já é um recurso incorporado no meu cotidiano. Digito todos os meus trabalhos no “Word”, embora ainda não saiba usar todos os recursos do programa. Pesquiso no google, bem como em diferentes sites. Entro em todos os ambientes virtuais do PEAD com tranqüilidade, embora ainda tenha detalhes que me atrapalho.
No trabalho da “Contação de História”, a Elaine e eu tivemos uma experiência de interatividade virtual no trabalho em grupo; quando fizemos todas as combinações sobre a escolha dos personagens, suas falas, divisão das despesas e apresentação, tudo pelo computador; apenas nos reunimos presencialmente no Pólo para o ensaio final e a apresentação da história. Aliás, funcionou tudo bem. Foi a 1ª vez que vivenciei a interatividade que o computador pode proporcionar... Fiquei radiante com a experiência.
Outro problema que enfrento é da própria Internet, dizem, por ser discada funciona mal. Tentei colocar um terminal que funcionasse a rádio, por enquanto, os técnicos dizem que não é possível. Tenho me valido do Labin da escola (possibilidade que depende do humor da responsável), mas houve um problema de roubo de um CPU que me deixou constrangida de voltar a utilizá-lo em horários, onde não há alunos... Ultimamente utilizo as “Lan Houses” que existem no centro da cidade; tem sido uma boa solução!
Mas o ruim é que tenho estado sozinha, porque não tenho com quem compartilhar quase nada sobre os estudos, pois apesar de ter uma colega da mesma cidade, moramos em bairros diferentes, e nossos horários não coincidem.
Tenho dito que o estudo pra mim é um prazer, o que ainda me complica é a falta de um maior conhecimento digital. Tenho tido problemas em função disso, como por exemplo: perder datas e precisar refazer trabalhos prontos, enviar tarefas e não ver as mesmas postadas. No Memorial da Infância incluí 2 fotos bem ilustrativas : uma sentada numa tradicional cadeira para registrar um ano de vida, outra no colo de minha mãe, acompanhada pela vó, bisavó e tetravô, quando estavam reunidas 5 gerações (“ Ensaio de matriarca”, quem sabe he,he, he!...)as quais não foram anexadas, apesar de tê-las visto lá...
Já chorei feita criança pelos meus desacertos na informática, otimizados ainda mais pela falta de tempo.
Porém tenho superado o problema com a ajuda dos tutores, de meu filho, a minha família tem me ajudado na constituição de uma nova auto-imagem; no ano passado ganhei um computador novo, com tela de plasma... Agradeci, mas pensei :” é muita areia pro meu caminhãozinho”, “segurei na pose !” como diria a professora de teatro, quando fazíamos o exercícios de improvisação e interpretação.
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