quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Postado por FABIANA SOARES MATHIAS em 28/06/2009
Maria É só a educação que permite esse trânsito, mudança, revolução? Teu terceiro parágrafo é muito instigante, por que mencionas fatos, atos da história, para demonstrar que ela não é retida, parada, mas o holocausto mencionado no texto é um processo em anos de extermínios cruéis que vivemos. A barbárie não é história é política, econômica, moral, social, humana, mas precisa ser contida. Quando negas que a educação atual seja o real caminho para uma revolução social demonstras clareza não só na análise crítica do texto, mas sensatez educacional. Maravilhoso trabalho
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